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3 de novembro de 2010
Open school 5 de Novembro, no Espaço Antas do Método DeRose
25 de março de 2010
Artigo sobre alimentação vegetariana

http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=7&cid=10258&bl=1&viewall=true#Go_1
Achei este artigo num blogue de uma das nossas escolas (obrigada Matosinhos!) e tive de partilhar com os leitores e seguidores deste blogue.
"A alimentação vegetariana tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, apesar de continuar a ser minoritária entre nós. Aqui são apresentados argumentos de saúde, ambientais e económicos a favor do vegetarianismo, sendo a autora Bióloga e Vegetariana.
O vegetarianismo não é uma moda recente. Ao longo da história da humanidade houve pequenos grupos e povos inteiros, que por razões religiosas, económicas, culturais ou ambientais, seguiram uma dieta exclusivamente ou predominantemente vegetariana.
Moda recente é o destaque que os produtos de origem animal passaram a ter na nossa alimentação. Basta falarmos com os nossos pais e avós, para rapidamente percebermos que ainda há poucas décadas atrás, a carne e o peixe eram alimentos consumidos excepcionalmente em dias de festa e que o leite nem sequer fazia parte da sua dieta.
Uma vez que eram considerados “alimentos dos ricos”, assim que a melhoria nas condições de vida nos países desenvolvidos facilitou a acesso de mais pessoas a estes produtos, o seu consumo tornou-se generalizado e exagerado. Mas estes alimentos deveriam ter continuado a ser consumidos excepcionalmente, pois o seu consumo regular não é necessário à saúde e pelo contrário é causador de inúmeras doenças.
Perante o cenário actual de uma população obesa e doente, assistimos agora a um esforço das autoridades médicas, de educação da população para que readquira hábitos mais saudáveis de alimentação, com redução dos produtos de origem animal e com predomínio de produtos de origem vegetal.
Muitas pessoas seguem esse conselho até ao fim, tornando-se vegetarianos e deixando pura e simplesmente de comer animais ou produtos derivados de animais.
Apesar da dieta vegetariana ser cada vez mais tema de capa de revista, a maior parte das pessoas ainda encara o vegetarianismo com desconfiança. Consideram esta dieta anti-natural e receiam que ao retirarem a carne do seu menu ficarão sub-nutridos.
Os milhões de vegetarianos que vivem e viveram ao longo da história da humanidade são a prova viva de que é possível viver só de plantas. Mas se dúvidas existiam sobre se essa vida seria saudável, inúmeros estudos científicos recentes demonstraram que não só os vegetarianos não são mais doentes, como em média são mais saudáveis e vivem mais tempo do que aqueles que comem produtos animais.
A American Dietetic Association, publicou um artigo de revisão de todos os conhecimentos actuais sobre dieta vegetariana e concluiu que "dietas vegetarianas bem planeadas são saudáveis e nutricionalmente adequadas, sendo bastante benéficas na prevenção e tratamento de diversas doenças".
Mas como pode isso ser? Afinal de contas somos omnívoros!
É verdade, somos omnívoros. Mas o que significa isso exactamente?
Os nossos antepassados começaram por ser frugívoros (comiam apenas frutos), depois evoluíram para omnívoros, alargando a sua dieta a insectos e pequenos mamíferos e mais tarde tornaram-se pescadores e caçadores, passando a incluir no seu menu a carne de diversos animais. No entanto, durante a maior parte desse percurso evolutivo, os nossos antepassados basearam a sua dieta em plantas, sendo os produtos de origem animal um complemento da sua alimentação de onde retiravam calorias e proteínas extra.
Há quem atribua o desenvolvimento da nossa inteligência à ingestão de carne, mas foi o aumento progressivo dos cérebros dos nossos antepassados que criou a necessidade de ingestão de mais proteínas e gorduras, que a carne forneceu em abundância.
Milhões de anos depois, o ser humano inventou a agricultura e passou a produzir inúmeras variedades de cereais, leguminosas, oleaginosas, hortícolas e frutos, capazes de suprir as suas necessidades nutricionais e energéticas, de tal forma que hoje em dia, na maior parte do planeta, o ser humano já não precisa de comer carne para viver e ser saudável.
Ao contrário do que comummente se pensa, ser omnívoro não implica que se tenha de comer de tudo para se sobreviver, mas sim que se pode sobreviver com um leque variado de opções alimentares. Um omnívoro consegue viver só de carne ou só de plantas, se apenas tiver disponível uma dessas opções para se alimentar. O facto de termos inventado a agricultura, dá uma nova dimensão ao facto de sermos omnívoros, pois oferece-nos a liberdade de escolha dos alimentos.
E porque é que devemos escolher comer plantas em vez de animais?
Se no passado todos os produtos de origem animal eram produzidos de modo tradicional e extensivo, com aproveitamento de solos e paisagens não-aptas para a agricultura, hoje em dia a grande maioria desses produtos são produzidos industrialmente, com enorme desperdício de recursos naturais e com graves consequências ambientais e sociais.
Além das questões dos direitos e do bem-estar dos animais, que cada vez mais devem ser debatidas e consideradas na forma como produzimos os nossos alimentos, as questões relativas ao impacto ambiental da produção animal devem levar-nos a questionar os nossos hábitos, principalmente se nos consideramos ecologistas e pretendemos reduzir a nossa pegada ecológica no planeta.
“É ecologista? Então porque ainda come carne?” É a questão provocadora que tem gerado acesos debates entre aqueles que se consideram ecologistas.
Há aqueles que, perante os dados que apontam a produção animal como um dos maiores problemas ecológicos dos nossos dias, se tornaram vegetarianos para reduzirem o seu impacto ambiental no planeta e há aqueles que, achando que a ingestão de produtos animais faz parte da nossa ecologia, não pretendem mudar os seus hábitos alimentares, embora concordem que a produção industrial destes produtos é anti-ecológica."
Irina Maia – Bióloga e Vegetariana
15 de setembro de 2009
Boas maneiras... à minha maneira

1 - responder a emails, quando estes colocam uma questão. O mesmo é aplicado no caso de sms, desde que o outro tenha mensagens grátis. No caso de emails que tens de reencaminhar ou então acontece-te algo de grave deve-se evitar a propagação da praga/ vírus;
2 - sorrir. Sorrir sempre, para os amigos, familiares e até desconhecidos. Ficar em baixo astral e contagiar os outros com essa energia negativa é falta de ética e de inteligência;
3 - aceitar convites dos amigos. Se eles nos convidaram é porque gostam de estar connosco. Se recusamos é porque assumimos que não queremos estar com eles... Lei universal de Egrégora. Serão aceites justificações reais, sinceras, verdadeiras, mas nunca desculpa esfarrapadas ou mentiras, por não sabermos dizer "não";
4 - expressar-se com naturalidade de qualquer forma de arte. O limite da censura está na cabeça de cada um. Mas quem está mal, muda-se. Manifestações de arte são gritos de alguém que se quer fazer ouvir ou simplesmente que expressar algo que está dentro de si. Podem ser válidas palavras dum poema, cores numa tela, sons de uma música ou movimentos de uma dança. Mas é totalmente reprovável se essas violentam a integridade física de outros, particularmente de animais... (sem comentários)...
5 - ser livre. Ser principalmente capaz de tomar decisões de acordo com as suas motivações e vontades. Com disciplina, consciência, bom-senso, para que essa liberdade não se torne fruto de discórdia, ou motivo para chocar outros menos ou mais sensíveis a essa forma de estar / de ser;
6 - ser feliz. É urgente, pois se não o somos nesta vida, dificilmente o seremos noutra. Afinal ainda não há certeza de termos mais que uma vida. Há que a viver muito bem!;
7 - cuidar do planeta. Se queremos um habitat para morar ainda mais uns séculos, há que cuidar melhor desta Terra. Consciência ambiental é fundamental. Mudar alguns hábitos por vezes reflectem-se em grande contributo para diminuirmos o nosso impacto nocivo, e esclarecer, alertar os outros (amigos, familiares, colegas de trabalho, etc.);
8 - cuidar de si mesmo. Este item vem de encontro a uma necessidade de o nosso templo estar bem cuidado. Sem querer repetir-me, pois nos anteriores já dei algumas dicas para termos mais qualidade de vida, o cuidado com a alimentação, a adopção de comportamentos saudáveis, o descanso eficaz (o suficiente para cada um), a atitude positiva e amar-se a si mesmo, parecem-me ser os mais importantes para prolongar esta nossa passagem por aqui, com mais saúde, com mais interesse e dando um contributo positivo. Vamos viver até aos 150 com alegria, saúde, lucidez e independência;
9 - ser útil, ser prestável, ajudar o próximo. Talvez um dia também precise dessa ajuda, mas se não assumiu esse papel de contribuir para facilitar a vida do outro, talvez não lhe surgirão oportunidades de ser auxiliado quando mais precisar...;
10 - comunique, informe-se, leia, partilhe, aprenda e ensine. Ajude a própria espécie humana a ter uma desenvolvimento e evolução mais positivo;
11 - ame e deixe-se ser amado. Não apenas por pessoas, mas um amor incondicional que transcende e é capaz de mover qualquer obstáculo;
12 - escolher, priorizar, decidir, focar, evoluir. A formula é simples: Método DeRose. Está lá tudo. Expanda a sua consciência.
7 de agosto de 2009
2 de julho de 2009
5 de maio de 2009
Porto.Come
20 de março de 2009
20 de Março - o dia Mundial sem Carne!
Iniciativa lançada nos EUA em 1985 pela FARM (Farm Animal Reform Movement), o Dia Mundial Sem Carne é actualmente uma das maiores campanhas de sensibilização à dieta vegetariana realizada a nível mundial.
Neste dia, as pessoas são convidadas a fazer uma alimentação alternativa, à base de vegetais e frutas e sem a ingestão de qualquer tipo de carne ou peixe.
Celebra a chegada da Primavera de uma forma diferente!
Vantagens de uma alimentação sem carne:
- Diminui o colesterol, reduzindo assim o risco de desenvolver doenças cardíacas, como um ataque cardíaco ou arteriosclerose;
- Ajuda na prevenção do cancro, diabetes, obesidade e outras doenças crónicas;
- Evita que os animais sejam capturados, enclausurados, torturados, drogados e abatidos de forma agonizante.
- Preserva as fontes de produção de alimentos e água utilizadas na alimentação dos animais, permitindo assim alimentar a fome mundial;
- Diminui a poluição gerada pela utilização de pesticidas e adubos e libertação de gás metano (produzido pela fermentação do adubo orgânico) e gás de amónia (produzido pelo excremento dos animais);
- Aumenta o nosso nível de energia, tornamo-nos então mais felizes e saudáveis.
O que se pode fazer neste dia:
- Convidar a família ou amigos para irem a um restaurante vegetariano;
- Levar uns petiscos vegetarianos para o trabalho ou para a escola, para partilhares com os teus colegas (vê as receitas do Centro);
- Distribuir folhetos do Centro Vegetariano ou outros informativos;
- Experimentar uma receita vegetariana.
in. Centro Vegetariano
http://www.centrovegetariano.org/
25 de janeiro de 2009
Strogonoff DeRose

O Strogonoff DeRose é um dos meus pratos favoritos. Decidi partilhar pois é optimo mas este tempo de frio e chuva. Vai dar logo uma boa disposição, alegria e satisfação a quem o degustar! E bom apetite!
Ingredientes:
Cebolas
Palmito macio
Champignon
Queijo mozzarella, provolone e um terceiro à sua escolha
Molho de tomate
Natas ou iogurte
Orégãos
Cardamomo em pó
Noz-moscada
Molho de pimenta verde ou vermelha
Quantidades a gosto. Se faltar um destes ingredientes, não se preocupe. Substitua-o de acordo com o seu paladar e intuição. Culinária também se faz com criatividade e improviso.
Corte as cebolas em rodelas e ponha a fritar sem acrescentar nenhum tipo de óleo. Mexa sempre para que não queime, mas deixe dourar bem. Introduza o molho de tomate. Depois acrescente um pouco de água, os champignons cortados ao meio e o palmito picado. Que tal um pouco mais de água?
Assim que ferver, baixe o lume e adicione os queijos. Vá mexendo para não pegar. Quando os queijos estiverem derretidos, acrescente as especiarias: orégãos, cardamomo, noz moscada e o molho de pimenta. Sal, nem pensar! Sem demora, acrescente as natas, ou então o iogurte. Mexa e tire logo do lume.
Este prato acompanha bem qualquer tipo de legume cozido ou arroz.
Receita extraída do livro “Alimentação Vegetariana: Chega de Abobrinha” do Mestre DeRose