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25 de janeiro de 2012

Três vezes três

 Um bom exemplo de praticante do Método DeRose, na área de conceitos, é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de boas ações ou até de boas maneiras).
Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos.

Três vezes três
O três é um dos números reverenciados na nossas raízes hindus. Vamos, então, fazer nossa contagem a partir dele.
Se você realizar hoje menos de três boas ações, considere este como um dia de chumbo.
Se realizar três ações de boas maneiras, este foi um dia de bronze.
Com duas-vezes-três ações meritórias, seu dia terá sido de prata.
Conquistando três-vezes-três ações de civilidade, comemore um dia de ouro.
Mas se conseguiu realizar mais de três-vezes-três ações, você é o nosso herói e o seu dia foi de diamante!
Que ações poderiam ser essas?
Efetue uma doação a alguma instituição de assistência social séria.
Participe como voluntário em alguma campanha filantrópica.
Envolva-se de corpo e alma com as campanhas da Defesa Civil da sua cidade.
Dê comida a quem tem fome.
Dê um agasalho a quem tem frio.
Dê um sorriso, uma atenção, um afeto a quem esteja precisando disso tanto quanto o que tem fome e o que tem frio.
Salve um cão abandonado.
Regue as flores do jardim do seu vizinho, desinteressadamente.
Pare o carro a fim de dar passagem a um pedestre que esteja querendo atravessar a rua, mesmo fora da faixa.
Socorra um desconhecido que esteja caído na calçada tendo um ataque epilético.
Dê flores a um amigo.
Não se abale quando outro motorista for mal educado, der uma fechada ou mesmo bater no seu carro.
Peça desculpas, mesmo quando tiver a certeza de que está com a razão.
Trate bem um mendigo que venha pedir dinheiro.
Telefone para um amigo, colega ou parente, só para perguntar como vai.
Converse amenidades com um desconhecido no supermercado ou no shopping center.
Dê a mão a uma senhora para sair do carro.
Ofereça-se para ajudar a carregar as compras ao vizinho no prédio em que mora ou ao desconhecido no estacionamento.
Carregue a bolsa pesada da sua amiga.
Ouça o desabafo de quem precise falar sobre um problema.
Jogue no lixo algo que alguém tiver deixado cair fora da lixeira.
Acaricie um cão.
Elogie o filho de alguém.
Dê os parabéns a um colega ou concorrente por uma conquista ou por um projeto vitorioso.
Dê uma gorjeta mais substancial do que o mínimo de praxe.
Agradeça pelo serviço e elogie a atuação do garçom ou de outro profissional.
Diga “você está com a razão”.
Sorria para as pessoas no clube, nas lojas, na sua empresa.
Trate com cortesia o seu porteiro, a sua auxiliar de limpeza e todo o pessoal subalterno.
Recicle.
Dê informações, auxilie, oriente (na empresa, no trânsito, na faculdade).
Converse com os funcionários que o atendem.
Escute as reivindicações do cônjuge (esposa ou maridão). E atenda-as.
Diga obrigado e sorria para alguém na rua, no trânsito, nas compras.
Responda com gentileza a um vizinho irritado.
Acalme um colega, um familiar ou um amigo quando ele estiver zangado com você.
Não insulte a quem bem que merecia.
Quando não precisar de algum objeto ou roupa não o guarde nem o jogue fora: procure quem esteja precisando e faça-lhe presente. O que não presta para um pode ser uma bênção para outro.
Dê uma informação útil a alguém.

Método Giraldi, da Polícia Militar do Estado de São Paulo:
Não tome decisões emocionadas.
A família é o que há de mais importante. Tenha tempo para esposa e filhos.
A ausência de um pai e de uma mãe é a porta de entrada para as drogas
Serenidade em todos os momentos.
Há três formas de amor: a palavra, o tato e o olhar. Portanto abrace seu filho, sua esposa e seus amigos.
Sorria sempre.
Elogie seu filho e seu subalterno quando possível.
Não grite com seu filho ou com seu subalterno. Troque o medo pelo respeito.
Problemas no trabalho, não devem entrar no lar.
Visite sempre seus pais, para não visitá-los no cemitério.
Observe que o Método Giraldi, da PM, tem muitas coisas em comum com o Método DeRose!
Texto extraído do Blog Do DeRose

21 de julho de 2011

Aos velhos amigos...

Do livro “Mensagens” do autor DeRose

Aos Velhos Amigos…
…alguns que o tempo e o espaço separou.
Pares de olhos, aos milhares, me sorriram promessas de cuja fidelidade muito pouco recebi. Em teus olhos nenhuma vã promessa eu vi, mas foi tanto o que me deste que jamais esquecerei.
A pedra filosofal da tua amizade converteu em ouro alquímico mesmo as amarguras geradas pela nossa missão e fui feliz por ter-te ao meu lado. Pois, graças à tua mão amiga, pude sorrir quando o momento era sombrio.
A maior oferenda que meu coração poderia esperar tu a fizeste: foi tua fiel amizade.
Quero-te muito bem, pelo passado e pelo futuro, pelo que quer que nos reserve.

Por serem minhas também estas palavras, faço cópia do post do blog do DeRose

23 de julho de 2010

Pessoas que passam... pessoas que ficam, texto de DeRose


Há pessoas, tantas pessoas,
que, ao longo da nossa vida, passam,
como passam as paisagens
pela janela de um trem.
Nada mais são, nada mais querem ser,
senão paisagem.
Bonita, às vezes; passageira sempre…

Mas há outras pessoas
que viajam conosco no mesmo comboio,
que permanecem ao nosso lado por toda a jornada,
compartilhando tudo:
as alegrias e também os momentos difíceis.
A essas oferto minha amizade,
meu coração
e minha alma.

texto extraído do blog do DeRose
DeRose, Filósofo e escritor do sec XXI

4 de junho de 2010

Mudança - evoluir é urgente


Regresso de mais uma viagem repleta de emoções e transformação. Porque é tão difícil o retorno, mas ao mesmo tempo tão saboroso? Uma saudade que fica e substitui aquela que estava...
Foi muito produtiva esta viagem, desde sessão de fotografia com a Priscila Ramos, a passear muito para conhecer outras escolas representantes do Método DeRose da área de São Paulo, a um fantástico DeRose Festival com mais de 500 pessoas, a conviver com muitas pessoas que agora são minhas grandes amigas, rever as amizades já travadas em outras viagens, e aquele sabor intenso de uma cidade que não dorme.
Amo muito esta sensação de realização, mas sinto dificuldade em colocar por palavras todos esses sentimentos que me afloram.
Um curto periodo de tempo que me possibilitou fazer reflexões sobre o futuro, e sei que toda a proposta de mudança causa insegurança aliada à inércia provocada pelos amigos e familiares.
Acima de tudo uma certeza, quero crescer mais, quero evoluir e poder dar mais de mim a esta cultura e forma de estar tão rica e profunda.
Um turbilhão de novas ideias estão a surgir e quando forem reveladas algumas das minhas decisões, espero contar com todo o apoio e compreensão daqueles que me amam e que eu amo também.
Este Festival também contribuiu para a realização de um sonho antigo, que até à 2 anos atrás pensei ser inatingível: estar entre os melhores a demonstrar no Festival de Floripa! E embora fosse o XIII evento desta organização, tive muita sorte. Um momento mágico, pleno, e que me proporcionou uma sensação de gratidão imensurável. Agradeço a todos os que possibilitaram e contribuiram para tornar esta etapa concluida com sucesso, principalmente o meu supervisor, DeRose, meu monitor, Luís Lopes, meu director, Eduardo Cirilo, colegas de equipa, família e meus alunos. Sinto-me mais forte e mais capaz de conduzir a minha missão de vida avante.
Sejam quais forem as minhas decisões de futuro, foram bem ponderadas e serão reflexo daquilo que é melhor para todos, e também para o Método DeRose.
Como refiro são muitas sensações novas que quero explorar e difíceis de exprimir na escrita, mas o meu olhar sereno e o sorriso nos lábios revelam tudo por mim...

8 de março de 2010

Dia da Mulher!


Mensagem shakta à Mulher, do DeRose

Extraído do nosso livro Mensagens.


A vida é linda quando se tem alguém ao lado, a quem se possa amar de verdade, sem reservas, entregando-se totalmente, corpo e alma. Alguém a quem possamos ofertar nossa vida, nosso coração palpitando de emoção. Alguém a quem possamos fazer pújá com as nossas lágrimas de felicidade e com as de dor. Alguém com quem possamos repartir o sofrimento, a solidão, o desespero, mas também as glórias de uma missão realizada lado a lado, de mãos dadas…

Pense bem: que lindo poder ter o privilégio de ser a escolhida entre milhares, entre milhões de pessoas, para viver momentos de paz e amor ao lado de alguém e, repetidas vezes pela vida a fora, dissolverem-se ambos em êxtases de um regozijo supremo, somente atingível com a pessoa amada! E, ano após ano de prazer, felicidade e realização pessoal, ter a alegria de envelhecer ao lado da pessoa certa! Sem, jamais, se arrepender pelo que deixou de fazer – não há pior remorso que esse…

… E depois, juntos, marcarem a Humanidade e o Universo com a força gerada nos seus atos de amor.

Para algumas, a vida nem sequer ofereceu a oportunidade de um grande amor, um amor alquímico, capaz de transmutar a vidinha medíocre em uma vida brilhante, de ouro puro. Para outras, a chance foi oferecida, mas deixaram-na escapar por entre os dedos, na ilusão adolescente de que a juventude nunca se acabaria.

Você já imaginou que podemos morrer amanhã? Você partiria satisfeita por ter feito tudo o que desejava, por ter já vivido a sua vida?

Se um cometa pode acabar com a Terra a qualquer instante, eu quero viver e compartilhar esse tempo que me resta com quem eu amo.

Se o holocausto nuclear (ou qualquer outro) é uma realidade que nos espreita a cada alvorada, eu quero depositar o meu fervor no ventre da minha amada, como uma prece diária, reverente, até o dia do Juízo Final.

Se todas as profecias do bom-senso nos advertem para o fato inegável de que a vida pode se extinguir a qualquer momento, vencida pela constante conspiração das hordas de potenciais doenças, acidentes e crimes, então eu quero fazer do tempo que ainda me resta algo que me permitirá partir em paz: se não posso fazer toda a Humanidade feliz, quero fazer feliz uma pessoa, a partícula da Humanidade que está mais próxima de mim. Quero que essa seja a minha mais nobre razão para estar vivo!
Visita o Blog do DeRose!

27 de janeiro de 2010

Você está preparado para a era do fim dos empregos?

Encontrei este texto num dos comentários ao Blogue do DeRose e quis partilhar contigo...

"A tecnologia tem o seu lado perverso, apesar de aumentar a produtividade, tira o emprego. Como você vai se posicionar em um mundo em que cada vez mais há menos oportunidades de trabalho? Pense em sua empregabilidade futura.

O problema do desemprego é uma ameaça real em todo o mundo, que se agrava diante do crescimento desordenado da população e se torna um desafio quando enfrentamos crises como a que vivemos no último ano. Apesar dos sinais de recuperação da economia, uma lição ficou na mente dos executivos: fazer mais com menos.

Não tem jeito, os duros prejuízos reportados ao longo das inúmeras crises que passamos deixaram marcas e as empresas estão cada vez mais conscientes de que não podem jogar dinheiro fora. Aquela era de gastos desvairados em momentos de torneiras abertas acabou. Hoje, qualquer investimento que for feito será muito bem avaliado, pensado e dimensionado. E mais do que nunca a questão custo versus retorno certamente ditará as regras de todos os projetos que sairão da gaveta.

As perspectivas para 2010 e os anos que se seguirão são bastante positivas. Mas como já disse, nada será como antes. Haverá emprego como antes? Minha resposta é não. As estatísticas mostram claramente que o modelo do emprego formal, como estamos acostumados a ver da carteira assinada, está acabando. Da mesma forma que assistimos a uma reinvenção das profissões.

Pode parecer um cenário catastrófico, mas as mudanças que vemos hoje terão impactos profundos bem mais cedo do que imaginamos. Quando o economista Jeremy Rifkin, em seu livro “O Fim dos Empregos” previu um futuro sombrio há 16 anos, não só causou grande polêmica, como foi alvo de olhares desconfiados, já que estamos acostumados a ver futurologias caírem por água abaixo. Infelizmente, ele estava certo.

A busca com sofreguidão por redução de custos na produção provocou cortes e mais cortes de postos de trabalho. Por outro lado, esta nova fase, chamada por Rifkin de a terceira revolução industrial, é o resultado do surgimento de novas tecnologias, como o processamento de dados, a robótica, as telecomunicações e as demais tecnologias que aos poucos vão pondo máquinas nas atividades anteriormente realizadas por seres humanos.

O pior de tudo é que as pessoas ainda não se deram conta de que viverão cada vez mais, não encontrarão tantas oportunidades de trabalho porque já não há empregos para todo mundo como antes e terão carreiras mais curtas nas empresas. Esses aspectos já estão afetando suas vidas e é um caminho sem volta.

O mercado de trabalho não consegue absorver os milhares de profissionais que perdem seus empregos todos os dias e quem passou dos 60 enfrenta o dilema de encontrar um lugar ao sol. O que fazer então se dados recentes do IBGE chamam a atenção para o aumento da expectativa de vida dos brasileiros, que está na casa dos 72 anos? A resposta para este paradoxo – menos emprego, carreiras mais curtas e a longevidade – é planejar a carreira o mais cedo possível e antes que a tragédia do desemprego perene bata à sua porta.

Ter um plano B deixou de ser uma possibilidade para se transformar em necessidade imperiosa. No livro “O Melhor Vem Depois”, que escrevi em coautoria com a jornalista Andrea Giardino, retratamos bem essa questão. Impressionante os depoimentos que nos chegam diariamente dos leitores que comprovam esse movimento que acontece no mercado. Tem sido difícil dar conta de tantos pedidos de conselhos de como enfrentar a situação. Casos, às vezes, desesperadores.

Muitos dos profissionais que entrevistamos para ilustrar o livro foram reféns desse cenário e por não terem um plano B, ingenuamente acreditavam que se recolocariam rapidamente. O ex-presidente da GVT, Marcio Kaiser, enfrentou um duro golpe ao se ver um belo dia sem o sobrenome corporativo e descobrir que não havia mais espaço para seu talento. Após meses e meses de tentativas, parece ter encontrado um caminho.

Se tivesse traçado uma meta desde cedo, talvez seu destino tivesse sido outro e não o da vítima do acaso. Cabe a nós dentro dessa sociedade baseada na informação, valorizar nosso conhecimento e transformar as competências adquiridas em algo que nos perpetue como população ativa, mesmo aos 70 anos.

Quer um conselho? Corra e prepare o terreno desde já e comece a traçar seu plano B.
A vida não segue roteiros, mas para quem se planeja a rota seguirá seu curso desejado. Pode não ser exatamente do jeito que você idealizou, no entanto, não o deixará refém do destino. Lembre-se que se você não conduzir o barco da sua vida, ele vai fazê-lo por você.

Se você não for o comandante pelo menos seja um passageiro da primeira classe e aproveite a paisagem. Ficar aí ao sabor do destino não dá. Reaja!"

Por Julio Sergio Cardozo (CEO da Julio Sergio Cardozo & Associados e professor livre docente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Website: http://www.cardozo-group.com/. Twitter: http://Twitter.com/juliocardozo)

13 de janeiro de 2010

Visita o blog do DeRose!



http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/


Este é um dos blogues imperdíveis, com novos posts diários, assuntos de todas as áreas de interesse e excelente forma de esclarecer a sociedade sobre o que é o Método DeRose.
Visita, divulga, e deixa o teu comentário!

29 de setembro de 2009

... ainda há dúvidas?...


Este post é para aqueles que ainda não perceberam bem o que é esta filosofia que eu resolvi abraçar com a minha vida.
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/2009/09/29/nao-queremos-dar-entrevistas-sobre-yoga/


Um abraço grande, e parabéns a minha mamã! (fez anos ontem...)