Porque sim...
Pois hoje estive assim..
Cinzenta
Pesquisar neste blogue
Mostrar mensagens com a etiqueta eu. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta eu. Mostrar todas as mensagens
6 de maio de 2011
5 de janeiro de 2011
Com 5 anos apenas... a inocência pura
24 de setembro de 2010
Aldeia global
Vivemos numa aldeia grande e quase sem fronteiras, o acesso à informação está a ficar generalizado e as distâncias são cada vez menores. Num simples click conversamos com um amigo a centenas de quilmetros de distância, por uns tostões viajamos de avião e chegamos a destinos em poucas horas, fazemos compras sem precisar sair de casa, o nosso número de amigos aumenta a cada acesso ao facebook, permitindo-nos conhecer e até conversar com perfeitos estranho que se tornam próximos e uma companhia para noites solitárias.
Mas será tudo isto positivo? Um mundo de facilidades, onde já não há segredos, e as pessoas transformam-se em números, insensíveis, copiando padrões de comportamento, influenciáveis pela sociedade que impele a consumir mais sem necessidade.
Há, contudo, algumas mais sensíveis a este problema e divulgam em blogues, vídeos, e redes sociais, alertas que possam abrir os olhos, mentes e corações dos mais distraídos ou enganados.
Seleccione bem o alimento a dar à sua consciência, evitando medos e receios que impeçam de viver em pleno e em harmonia.
Pratique uma vida saudável, regrada e prolongue a sua expectativa de vida. Uma boa alimentação, actividade física e conviva com pessoas alegres e de bem com a vida.
Receitas não tenho mas sugiro uma auto-análise para verificar se está no caminho da felicidade e a viver a sério, não virtualmente...
Mas será tudo isto positivo? Um mundo de facilidades, onde já não há segredos, e as pessoas transformam-se em números, insensíveis, copiando padrões de comportamento, influenciáveis pela sociedade que impele a consumir mais sem necessidade.
Há, contudo, algumas mais sensíveis a este problema e divulgam em blogues, vídeos, e redes sociais, alertas que possam abrir os olhos, mentes e corações dos mais distraídos ou enganados.
Seleccione bem o alimento a dar à sua consciência, evitando medos e receios que impeçam de viver em pleno e em harmonia.
Pratique uma vida saudável, regrada e prolongue a sua expectativa de vida. Uma boa alimentação, actividade física e conviva com pessoas alegres e de bem com a vida.
Receitas não tenho mas sugiro uma auto-análise para verificar se está no caminho da felicidade e a viver a sério, não virtualmente...
21 de setembro de 2010
A trilha
A vida dá voltas e voltas. Eternos ciclos que se repetem sem serem os mesmos.Algo aprendi num desses ciclos: quando achar que tudo está perdido, basta respirar fundo, e seguir em frente pois tudo passa. Nada é por acaso.
Todas as acções geram karma, toda a acção gera um efeito.
Quando menos entendo apenas surge mascarado pelo nevoeiro: Segue, estás no caminho certo.
Vou seguir a trilha que fiz pois sei que me vai levar a algum lugar. Apenas espero estar certa.
É complicado ser, e conviver, pois a diferença de visão origina objectivos discrepantes.
Sempre julguei gostar de números, mas descobri que gosto mais de pessoas.
E a trilha surge atribulada, com pedras e obstáculos a testarem a minha força e a minha resistência, mas vou chegar ao fim.
Só ainda não sei bem qual...
28 de agosto de 2010
Quero..
Quero correr até mais não poder
Quero dançar até a musica parar
Quero escrever até ao fim do caderno
Quero dormir até ao fim do dia
Quero viver com a intensidade de um relâmpago
Quero saltar até desafiar a gravidade
Quero cantar até o som pairar
Quero brincar até mais não
Quero comer e sentir prazer
Quero viajar até ao fim do mundo
Quero amar até ao coração doer
Quero voar para lá das núvens
Quero sonhar e realizar
Quero falar em mil idiomas
Quero ensinar tudo que sei
Quero rir até chorar
Quero dar tudo o que tenho
Quero doar-me
Quero partilhar a minha vida
Quero mais e melhor
Quero muito até mais não querer
Quero dançar até a musica parar
Quero escrever até ao fim do caderno
Quero dormir até ao fim do dia
Quero viver com a intensidade de um relâmpago
Quero saltar até desafiar a gravidade
Quero cantar até o som pairar
Quero brincar até mais não
Quero comer e sentir prazer
Quero viajar até ao fim do mundo
Quero amar até ao coração doer
Quero voar para lá das núvens
Quero sonhar e realizar
Quero falar em mil idiomas
Quero ensinar tudo que sei
Quero rir até chorar
Quero dar tudo o que tenho
Quero doar-me
Quero partilhar a minha vida
Quero mais e melhor
Quero muito até mais não querer
19 de agosto de 2010
O ideal de vida
Senti-me leve, como se um peso tivesse sido removido das minhas costas, contudo não houve qualquer motivo para que isso ocorresse.
Deixei-me levar pelo sabor da brisa fresca que senti no rosto ao caminhar pela manhã.
Gosto muito de viver e partilhar as coisas boas que me acontecem, ou que imaginei, são sonhos ou ideais de vida.
Quem nunca se sentou com os seus amigos e simplesmente se dedicou a conversar sobre possibilidades ou impossíveis, mas que no plano mental já existem quase concretas.
Há sempre uma questão que se coloca quando vamos tomar uma decisão: sim ou não. Será que vou ter coragem para assumir e enfrentar as consequências advindas das escolhas? Mas a incerteza cria borboletas na barriga, os "e se.." são muitos e indefinidos, por isso arrisco, a vida, pela capacidade de chegar ao fim de uma etapa ou talvez ao início de outra. Mas é como morrer e renascer de novo. Não se sabe se a nova vida será melhor que a anterior, o acreditar, o foco, a vontade são o alimento desse desejo, de passar tudo de novo, de recomeçar, de mudar.
Sempre olho para o futuro com um sorriso de esperança pois sei com o que quero contar. Sinto-me a dar os primeiros passos, rumo a um lugar desconhecido, mas do qual quero fazer parte.
Mas não será um cortar definitivo do cordão umbilical, que me alimenta e me faz tão feliz. É a própria mãe que separa o seu filho de si. Tal como um ciclo, uma roda em espiral, sempre a evoluir, e a proporcionar auto-suficiência.
O mais estranho é que não há um tempo certo, apenas a natureza se encarregará de dar o empurrão quando estiver preparada... ou não. Mas o empurrão vai surgir.
Depois, tal como um mergulho no desconhecido, algumas portas se abrirão, outras não, mas o caminho é em frente e a dúvida e os receios dissipar-se-ão gradualmente.
Nessa altura poderei dizer: cresci.
Deixei-me levar pelo sabor da brisa fresca que senti no rosto ao caminhar pela manhã.
Gosto muito de viver e partilhar as coisas boas que me acontecem, ou que imaginei, são sonhos ou ideais de vida.
Quem nunca se sentou com os seus amigos e simplesmente se dedicou a conversar sobre possibilidades ou impossíveis, mas que no plano mental já existem quase concretas.
Há sempre uma questão que se coloca quando vamos tomar uma decisão: sim ou não. Será que vou ter coragem para assumir e enfrentar as consequências advindas das escolhas? Mas a incerteza cria borboletas na barriga, os "e se.." são muitos e indefinidos, por isso arrisco, a vida, pela capacidade de chegar ao fim de uma etapa ou talvez ao início de outra. Mas é como morrer e renascer de novo. Não se sabe se a nova vida será melhor que a anterior, o acreditar, o foco, a vontade são o alimento desse desejo, de passar tudo de novo, de recomeçar, de mudar.
Sempre olho para o futuro com um sorriso de esperança pois sei com o que quero contar. Sinto-me a dar os primeiros passos, rumo a um lugar desconhecido, mas do qual quero fazer parte.
Mas não será um cortar definitivo do cordão umbilical, que me alimenta e me faz tão feliz. É a própria mãe que separa o seu filho de si. Tal como um ciclo, uma roda em espiral, sempre a evoluir, e a proporcionar auto-suficiência.
O mais estranho é que não há um tempo certo, apenas a natureza se encarregará de dar o empurrão quando estiver preparada... ou não. Mas o empurrão vai surgir.
Depois, tal como um mergulho no desconhecido, algumas portas se abrirão, outras não, mas o caminho é em frente e a dúvida e os receios dissipar-se-ão gradualmente.
Nessa altura poderei dizer: cresci.
28 de julho de 2010
Auto-entrega, ou um mero desabafo...
Por vezes deparo-me com algumas dificuldades relativas a coisas mundanas, mas depois de as analisar, reparo que são mesmo isso, futilidades.Sou uma pessoa tão feliz e mesmo priveligiada, pois padeço de boa saúde, e tenho o suficiente para viver bem. Não me privo de fazer aquilo que gosto.Sinto que há fases mais delicadas na nossa vida, mas são esses obstáculos e pedras no caminho que nos fazem evoluir.
Aprendi a ser feliz, pois nesta vida, que se saiba a única que nós temos, não há tempo a perder.
Prefiro arrepender-me por ter feito, do que não o ter, e permanecer no eterno "e se?..."
A vida ensinou-me a ser plena em tudo que faço, por isso vou continuar a acreditar na minha capacidade de realizar os meus sonhos.
Sinto um estado de gratidão que nunca antes vivênciei, confesso que na minha vida pré-Yôga era mesmo uma pessoa sisuda, insatisfeita e triste.
Agora vivo o dia-a-dia, com a consciência de que ainda não consegui chegar aonde quero, mas com o discernimento de perceber que cada coisa tem o seu tempo, e que a natureza encarrega-se de premiar aqueles que se esforçam e que não desistem.
Auto-entrega, o preceito ético que me aflora neste instante, pois tudo passa...
Olho para a frente, aprendendo com o passado, mas sem me prender a ele, e sem pressa.
Obrigada aos que me apoiam de perto, e a esse anjo gregário que me mantém na direcção certa.
18 de junho de 2010
Transformação - cap. 3

Escolher é uma das maiores dificuldades, principalmente quanto todas as opções são boas.
Mas é também o que distingue o ser humano dos outros animais. Esse livre arbitrio deve ser gerido com muita serenidade e consciência. Pessoalmente sinto um arrepio a cada decisão de mudança. Mas faz parte do crescimento. Prefiro mesmo assim arrepender-me por ter feito, do que não o fazer. A terrível questão "E se?..." deixa-me sem dormir. E quando dá certo, aquele sabor a vitória, um orgulho saudável e a sensação de dever cumprido, são os meus principais motores turbo. Adoro simplesmente chegar à meta... mas não desisto facilmente, perante uma dificuldade em lá chegar.
Aceito o que o futuro me trás, com uma constante atitude positiva, e sempre com os meus sonhos a imergirem como se me chamassem...
Faz parte da vida, vencer os obstáculos e depois sorrir! Afinal era apenas isso, uma pequena pedra no meu sapato.
8 de junho de 2010
Transformação - cap. 2
Sou, porque sinto
Vivo, porque amo
Evoluo, porque foco
Espero, porque alcanço
Cresço, porque estou grata
11 de maio de 2010
Cap. 3 O sonho

A leitora pousou o livro ao seu lado e deitou-se a olhar para o céu. Ficou na esperança de que ele lhe contasse a sua história, sem precisar de ser desfolhado. Fechou os olhos e escutou o murmúrio ténue e doce. Permaneceu incrédula mas feliz por poder usufruir de tal privilégio. Do que conseguiu perceber o conto não tinha a ver com o título gravado na lombada, nem os personagens eram os mesmos. Mesmo o espaço e o tempo eram numa outra dimensão. Mas a linguagem era real. O herói era a leitora. Bebeu cada palavra, cada frase, cada parágrafo e sentiu o aroma do texto, o sabor das letras, o calor das páginas. Falavam sobre o futuro, as conquistas e as vitórias, que um dia sonhou. Tudo se encaixava na perfeição. Ganheou alento, coragem e sorriu. Foi como se estivesse a sonhar acordada, ou estaria a dormir? Foi bom. Agarrou aquele livro com força e apertou-o junto ao peito. Passou a fazer parte dela, tal como ela fez parte dele.
Texto elaborado para la lectora
Subscrever:
Mensagens (Atom)



